Qual o início – ou o princípio – da misericórdia? Será um projecto de santidade ou, pelo contrário, a sua ausência? Um breve excerto de André Louf, monge beneditino belga, a partir da sua reflexão sobre o percurso espiritual, a contrição e a liberdade. Boas leituras!
“Agradecei a graça da vossa filha na vossa vida. Amparai a luz com que hoje iluminastes. Alimentai-lhe a fé em que a introduzistes. Dizei-lhe que a esperança é tudo o que nos resta.”
Para quem desejar, partilho a breve apresentação sobre a figura de José Augusto Mourão no encontro organizado pelas Monjas Dominicanas do Lumiar no passado sábado, 14 de Maio. Boas leituras!
Com um longo percurso académico e pastoral, o franciscano e biblista Carreira das Neves oferece-nos mais uma obra, com o sugestivo título de Saudades de Deus.
Continuamos com Teresa de Jesus, na nova edição da sua obra da maturidade: as Moradas, ou Castelo Interior. Uma viagem ao que de melhor a Tradição nos tem para oferecer.
A palavra há-de ser instauradora. A palavra é o que há de mais frágil no mundo. É daí que se nasce. A palavra deve fazer nascer o sujeito.
Depois de “Um mundo que falta fazer” e “A insurreição de Jesus”, surge o terceiro volume das crónicas de Frei Bento Domingues. A função da teologia, a espiritualidade e o humor são os temas de destaque.
De novo José Augusto Mourão: dois poemas, dactilografados em máquina de escrever e conservados, do tempo da sua passagem pelo Seminário Maior do Porto; e uma homília, em forma de carta a Deus.
«Neste livro, o leitor não encontra instruções para a cura das feridas do nosso mundo»: o sofrimento, a fé e a história são o mote para um novo livro de T. Halík publicado em Portugal.
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