Fundamentos

não é uma questão de moda

Livros que, como nunca terão estado na moda, também não passam dela (da Paulinas Editora):

José Aldazábal, Josep Roca (org.), «A Arte da Homilia», Prior-Velho 2006, 116 págs. PVP: 6,00 euros.

 «A Assembleia dos crentes, que é o sujeito primordial da celebraçãó litúrgica, põe-se à escuta da Palavra e constitui-se em Igreja Ouvinte. Toda ela, incluído o seu presidente e os outros ministros, acolhe a Palavra, deixa-se iluminar e julgar por ela. Mas dentro da assembleia existe um ministério, o da homilia, que quer ajudar os presentes a captar a mensagem viva dessa Palavra que se proclamou e relacioná-la com o rito sacramental e com a vida.»

Enzo Bianchi, Renato Corti, «A Paróquia», Prior-Velho 2006, 102 págs. PVP: 6,00 euros

«A paróquia é chamada a guardar como um tesouro a sua história e a aproveitar a inexaurível riqueza da verdadeira tradição da Igreja, de modo a apresentar-se de novo como lugar importante e central para a experiência cristã, para o seguimento de Cristo. E não devemos esquecer que a paróquia é chamada, antes de mais, a formar homens e mulheres capazes de assumir como sua a vida humana de Jesus, vida maravilhosa, boa e bem-aventurada».

John Baur, «2000 anos de Cristianismo em África: Uma História da Igreja Africana», Lisboa 2002, 630 págs. PVP: 24,50 euros

«Eu sou negra e bela Filhas de Jerusalém… Os filhos de minha mãe tiveram-me aversão, obrigaram-me a trabalhar nas suas vinhas. A minha própria vinha – não pude cuidar dela” (Cânt 1,5-6). Em tempos antigos pensava-se que se devia traduzir, como que a pedir desculpa, à maneira de S. Jerónimo “Eu sou negra mas bela”. Porém Orígenes, o primeiro teólogo cristão, escrevendo em solo africano, insistia em “negra e bela” porque via na noiva a Igreja saída de entre os gentios com iguais direitos de primogenitura aos da sinagoga. Todavia, o facto é que foi na Igreja de África que, pela primeira vez na história, uma nova raça da Humanidade escolheu, na sua maioria, o redil de Cristo. A história invulgar deste encontro é o assunto do nosso livro».

Teresa M. Toldy, «Deus e a Palavra de Deus na Teologia Feminista», Lisboa 1998, 470 págs. PVP: 14,50 euros

«Esta obra procura reflectir o significado de Deus e da sua Palavra para as mulheres crentes. Na primeira parte, a autora procura estabelecer um diálogo com os documentos oficiais da Igreja Católica e do Conselho Ecuménico das Igrejas, em ordem a compreender o que estes dizem, de facto, sobre as mulheres. Este diálogo alarga-se a uma reflexão sobre a hermenêutica feminista acerca dos mesmos. Na segunda parte, procuram-se os fundamentos para uma teologia feminista de Deus e da Palavra de Deus, em diálogo com a experiência das mulheres e com a tradição teológica cristã».

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