«Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, com medo das autoridades judaicas, veio Jesus, pôs-se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco!» Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o peito. Os discípulos encheram-se de alegria por verem o Senhor. E Ele voltou a dizer-lhes: «A paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio a vós.»
Em seguida, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ficarão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ficarão retidos.»
João 20,19-23
Como é que um poema do século VIII d. C., com mais de mil anos, continua a ser tão belo:
«Ó Espírito, que a criação suscitas, | profundamente repassas os que te são fiéis | da graças que os enche plenamente | nos corações que só para ti criaste.
És o Consolador e o Advogado, | que o Altíssimo Pai aos filhos deu, | és Fonte Viva, Caridade que inflama, | unção que santifica e que sara.
A quem Te invoca, os sete dons concedes, | Tu, ó dedo da Direita do Senhor, | que as promessas dos Profetas cumpres | dotanto os lábios de uma Palavra Nova.
Ilumina, vivifica as nossas mentes, | nos orações infunde a vontade de amar | fortalece os nossos cansados membros | com a fé, o teu doce poder.
Dispersa em fuga o adversário antigo, | concede já a paz e a alegria, | e por Ti assim levados à vida certa | evitaremos toda a sedução do mal.
Dá-nos do Bom Pai reconhecimento | no rosto do seu Filho feito carne | e a Ti, que ambos unes no amor, | ouçamos e louvemos para sempre. Amen.»
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