Algumas novidades que nos chegaram da Editorial Trotta:
«A nossa época é uma época de concessões, de meias-medidas, do mal menor. Os visionários são objecto de zombaria ou de desprezo, e os homens ‘práticos’ regem as nossas vidas. Já não procuramos soluções radicais, senão meras reformas, aos males da sociedade; já não tratamos de eliminar a guerra, senão de evitá-la durante alguns anos; já não tratamos de eliminar o delito, senão que nos contentamos com reformas judiciais; já não tratamos de extirpar a fome crónica, senão de criar instituições mundiais de caridade. Numa época na qual o ser humano está tão preocupado com o prático, o possivel de realização imediata, constituiria um exercício audível voltar o olhar para aqueles que sonharam a utopia e realizaram o seu ideial de perfeição» (a citação é de Maria L. Berneri, 1918-1949, e abre o livro).
«A finalidade deste livro é simplesmente a de nos abrir os olhos para o que deveria ser óbvio, mas que é incrível: ‘todos os seres humanos se amam’. ‘A vida é amor’ […] A simplicidade lúcida e ‘franciscana’ de Ernesto Cardenal mostra-nos o mundo não como o vemos com o nosso medo e a nossa desconfiança, senão como realmente é. Porque o amor não é um sonho: o amor é a lei básica das criaturas que foram criadas livres para se darem, livres para participar na infinita abundância de vida com que Deus nos preenche. O amor é o coração e o verdadeiro centro do dinamismo criador a que chamamos de vida. O amor é a própria vida no seu estado de maturidade e de perfeição» (do prólogo, por Thomas Merton; o livro foi originariamente escrito em 1966)
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