Fundamentos

Melhores que estes, só os de Santo Tirso

Aqui ficam algumas obras das Edições Tenacitas, de autores Jesuitas:

Nuno T. Lemos, «O Príncipe e a Lavadeira», 12ª edição, Coimbra 2011, 182 págs. PVP: 15,00 euros

«Creio que muita gente pensa, como eu pensava antigamente, que Tu e a Fé são temas extremamente complicados. Hoje penso que as nossas cabeças – essas sim – andam extremamente complicadas e que, no meio de toda esta complicação, Tu és a única ponta a partir da qual o novelo se pode desemaranhar. Acho que entendo aquela frase do Evangelho que diz que temos de nos tornar como crianças. Entendo-a, não como um apelo a voltar atrás, mas sim como um convite a avançar no sentido da descomplicação e da busca do essencial.»

Pierre Teilhard de Chardin, «Sobre a Felicidade. Sobre o Amor», 2ª edição, Coimbra 2010, 109 págs. PVP: 7,50 euros

«Ser feliz é assunto de apreciação pessoal: tu gostas de vinho e de boa mesa; eu prefiro os automóveis, a poesia ou a beneficiência. ‘A cada um seus gostos, a cada um a sua oportunidade.’ É isto que, de certeza, já ouvimos muitas vezes. Eis, provavelmente, o que pensa a maioria. É directamente contra tal cepticismo, relativista e finalmente pessimista, dos nossos contemporâneos, que me proponho caminhar, nesta ocasião, mostrando que, mesmo para o Homem, a direcção geral da felicidade não é, de todo, tão equívoca como se diz – desde que limitando a nossa pesquisa à procura das alegrias essenciais, nos apoiemos nos ensinamentos da Ciência e da Biologia.»

Vasco P. Magalhães, «Onde há crise, há esperança: Um pensamento por dia, ver em tudo o que acontece uma oportunidade de crescimento», 3ª edição, Coimbra 2008, 172 págs. PVP: 14,00 euros

«Na crise, as dores e o conflito são um sinal. Um sino que nos acorda e chama a rever percursos; como um novo apelo à consciência para que desperte, em nós, o desejo de nascer de novo. Se tocam os sinos, se se sente a crise, é porque um capítulo se esgotou. Mas o livro continua. Onde há crise, há esperança. É a própria crise que diz: perdido um caminho, reencontra o caminho!»

Vasco P. Magalhães, Henrique M. Pereira, «Pensar a Morte: 8 palavras», Coimbra 2007, 182 págs. PVP: 13,00 euros

«Pensar na morte não é do agrado nem primeira escolha de ninguém. E, contudo, ela, a morte, está sempre aí, presente. Não se pode iludir e todas as culturas, filosofias e religiões lhe prestaram toda a atenção e tentaram desvendar o seu segredo. Por um lado, impõe-se-nos; mas, por outro, visceralmente, rejeitamo-la. Poderá esta tensão, este paradoxo, querer dizer-nos ou revelar-nos algo de nós próprios, de verdadeiramente importante sobre a vida e a condição humana?» (As oito palavras, ou entrevistas, são: Bem-Aventuranças, Dor, Perdão e Paz, Confissão, Exorcismo, Diabo, Purgatório e Inferno, Ressurreição).

Vasco P. Magalhães, «O Olhar e o Ver: à procura do lado construtivo da vida e do por dentro de todas as coisas», 4ª edição, Coimbra 2007, 421 págs. PVP: 19,50 euros

«Este livro recolhe e escolhe uma série de intervenções, conferências e artigos, comunicações que fui fazendo ao longo destes últimos quinze anos e que, dadas as missões que recebi da Companhia de Jesus e ao pendor do meu coração, se situam preferencialmente no âmbito da teologia pastoral, da espiritualidade, da bioética e da educação, da formação da consciência (…) Vou aprendendo com a alegria e com a dor. Tenho algum fascínio pelas questões de fronteira e creio que, como Igreja, não podemos ter terrenos proibidos nem campos fechados.»

Vasco P. Magalhães, Henrique M. Pereira, «Nem Quero Crer: pode explicar-se a Fé?», 3ª edição, Coimbra 2006, 303 págs. PVP: 17,10 euros.

«Pode explicar-se a Fé? Pode explicar-se o amor? Pode e deve. Uma fé, um amor, que não se explica, complica. Uma fé e um amor que não se desdobram, que não se traduzem por palavras e gestos que se entendam e revelem o significado da relação em que se acredita e a façam crescer, para que serviria? (…) Este livro resulta de uma série de entrevistas, Conversas com Princípio, Meio e Fim, ao longo de vários anos, na Rádio Renascença, orientadas pelo Dr. Henrique Manuel Pereira. Assim, dialogando sem rede, íamos tentando esclarecer e fundamentar a fé dos homens e dos cristãos, em particular, actualizando a sua linguagem, tentando fazer cair medos e impedimentos, no desejo de mostrar a Beleza e a Verdade reveladas na Bíblia. Conseguimos?»

«Abrir um livro é correr o risco de encontrar o infinito. Ter ao alcance da mão, nos limites da página, o sem-limites. E de que outro modo poderíamos nós encontrar o infinito senão no finito? Mensurável, palpável, visível. Nesse espaço aberto e branco da página, nas suas dobras, pode surgir o sem princípio, nem fim, nem centro: o Livro infinito. Liberdade que é também desorientação: perdem-se as certezas e as referências habituais; os caminhos e sentidos bifurcam-se; a noite cerca-nos. Uma espécie de cegueira: o livro abre uma obscuridade essencial. A dos novos começos.» http://www.snpcultura.org/tarefas_infinitas_quando_a_arte_e_o_livro_se_ilimitam.html

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