Poeta do Redentor | Poeta do Criador | Procuraste | A inocência primeira que a Redenção reergue
Amaste o Criador não apenas em sua Transfiguração e Palavra | Mas também no temporal jardim das coisas criadas | Saudaste o emergir e a frescura do visível
O teu poema celebra o inaugural | Para lá da morte da lacuna da perca e do desastre | O teu poema saúda a verdade primeira de toda a criatura | A inteireza do dia inicial
E o mar se vê em seu primeiro espelho»
Sophia de Mello Andresen, «Obra Poética», ed. Caminho, Lisboa 2011
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