Para hoje, um poema de José Augusto Mourão, in «O Nome e a Forma» Lisboa 2009, pág. 58.
«Abre os nossos olhos, Deus/aos sofrimentos dos que ao nosso lado sofrem/tu que percorreste a distância que vai/do que se faz no tempo/ao juizo último/e passaste dos sofrimentos visíveis/à glória pela cruz/cordeiro inocente em quem todas as vítimas/do mundo se reconhecem
que percorrendo os caminhos obscuros/dos que connosco passam,/te reconheçamos, Deus, que conheces o dia/e a hora das nossas acções e dos nossos desejos
acolha-nos a água da tua misericórdia/Deus do homem para todos os homens,/Deus no Espírito do estremecimento e da alegria.»
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