… mas também de romances e contos, sobretudo para estes belos dias de sol (!) que quem está por Braga pode perfeitamente contemplar. Aqui ficam uns exemplos, da editora Cavalo de Ferro: (na foto: Flannery O’Connor, 1925-1964)
«Escritos ao longo de vários anos e alvo de constantes e obsessivos aperfeiçoamentos, os contos de ‘Tudo o que sobe deve convergir’ foram sendo publicados separadamente, valendo à autora três Prémios O’Henry – o mais prestigiado prémio para contos dos Estados Unidos. Postumamente foram recolhidos, por ordem de publicação, num único volume, considerado pela crítica como mais uma das obras-primas de Flannery O’Connor.»
«Li as histórias todas, uma por uma, noite dentro, sempre a sentir-me quase na margem do rio por onde se navega para outra dimensão qualquer. Era incrível. Era hipnótico. Era impossível interromper antes de chegar ao fim e depois eu apagava a luz e ficava a dar voltas na cama (…) A minha Flannery morreu em 1964. Descubram-na agora, e cada um julgue por si mesmo.» (nota da trad.)
«Publicada postumamente em 1912, Khadji-Murat é a última obra de grande fôlego de Tolstoi. Uma história de luta e vingança. A história trágica e sublime do chefe guerreiro que decide abandonar os seus companheiros, que combatem obstinadamente contra a tirania do czar e, para reivindicar a sua própria liberdade, se alia ao inimigo russo. Uma escolha sem retorno, que o fará ser refutado tanto por amigos como por inimigos. No seu estilo inconfundível, Tolstoi descreve os lugares e as paisagens do Cáucaso, um mundo inocente e violento, que conhecera na sua juventude – Tolstoi combateu na guerra que opôs populações locais ao império russo aquando da anexação da Tchetchénia e do Daguestão, realçando o simbolismo dos destinos individuais.»
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