Fundamentos

Nem só de pão vive o homem…

… mas também de romances e contos, sobretudo para estes belos dias de sol (!) que quem está por Braga pode perfeitamente contemplar. Aqui ficam uns exemplos, da editora Cavalo de Ferro: (na foto: Flannery O’Connor, 1925-1964)

Flannery O’Connor, «Tudo o que sobe deve convergir», trad. e prefácio de Clara P. Correia, Lisboa 2010, 301 págs. PVP: 12,00 euros

«Escritos ao longo de vários anos e alvo de constantes e obsessivos aperfeiçoamentos, os contos de ‘Tudo o que sobe deve convergir’ foram sendo publicados separadamente, valendo à autora três Prémios O’Henry – o mais prestigiado prémio para contos dos Estados Unidos. Postumamente foram recolhidos, por ordem de publicação, num único volume, considerado pela crítica como mais uma das obras-primas de Flannery O’Connor.»

Flannery O’Connor, «Um Bom Homem é difícil de encontrar», trad. Clara P. Correia, 4ª ed. Lisboa 2008, 235 págs. PVP: 15,50 euros

«Li as histórias todas, uma por uma, noite dentro, sempre a sentir-me quase na margem do rio por onde se navega para outra dimensão qualquer. Era incrível. Era hipnótico. Era impossível interromper antes de chegar ao fim e depois eu apagava a luz e ficava a dar voltas na cama (…) A minha Flannery morreu em 1964. Descubram-na agora, e cada um julgue por si mesmo.» (nota da trad.)

Lev Tolstoi, «Khadji-Murat», trad. Olga Solovova, Lisboa 2010, 181 págs. PVP: 10,00 euros

«Publicada postumamente em 1912, Khadji-Murat é a última obra de grande fôlego de Tolstoi. Uma história de luta e vingança. A história trágica e sublime do chefe guerreiro que decide abandonar os seus companheiros, que combatem obstinadamente contra a tirania do czar e, para reivindicar a sua própria liberdade, se alia ao inimigo russo. Uma escolha sem retorno, que o fará ser refutado tanto por amigos como por inimigos. No seu estilo inconfundível, Tolstoi descreve os lugares e as paisagens do Cáucaso, um mundo inocente e violento, que conhecera na sua juventude – Tolstoi combateu na guerra que opôs populações locais ao império russo aquando da anexação da Tchetchénia e do Daguestão, realçando o simbolismo dos destinos individuais.»

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