Sophia de Mello Andresen e Frei Bento Domingues, através da Livraria-Editora Figueirinhas, do Porto: já estava na altura de receber a visita destes ilustres na Fundamentos:
Sophia de Mello Andresen, «Quatro Contos Dispersos», Porto 2008, 68 págs. PVP: 11,00 euros«Era uma vez uma praia atlântica» (escrito em 1997 para a EXPO 98), «Leitura no Comboio» e «O Cego» (escritos na segunda metade da década de setenta e publicados pela primeira vez em 2004) e «O Carrasco» (escrito em 1985 e publicado em 1991) são os quatro contos que compõem esta obra de Sophia de Mello Andresen.
Sophia de Mello Andresen, «Contos Exemplares», 37ª edição, Porto 2010, 165 págs. PVP: 13,00 euros.Poderá um cristão, e particularmente um pastor, considerar-se como tal sem nunca ter lido «O Jantar do Bispo»? Como deixou escrito António Ferreira Gomes, no «Pórtico»: «Que estes Contos Exemplares de Sophia, como aliás toda a sua criação artística, sejam recebidos e compreendidos como aquilo que são: pórtico sobre o ‘Aberto’, não apenas no sentido rilkeano, mas, para além desse, no sentido joânico da Luz que se abriu para todo o homem que vem a este mundo!» Ver Mais…
Frei Bento Domingues, «As Religiões e a Cultura da Paz – 2º volume» (prefácio de Lídia Jorge). Porto 2004, 198 págs. PVP: 19,50 eurosDo prefácio de Lídia Jorge, sobre a colectânea de artigos publicados semanalmente no jornal Público: «Publicadas ao Domingo, elas são os sermões modernos em que o púlpito foi arrasado, e em que o destinatário, ultrapassados os limites das paredes, se transformou num grupo vasto e diferenciado, tão dificil de determinar quanto difícil de atingir e onde se incluem os crentes, os não crentes, os agnósticos, tanto quanto os duvidosos e os inqualificáveis.»
Frei Bento Domingues, «A Igreja e a Liberdade» Porto 1997, 219 págs. PVP: 14,90 eurosDa Introdução, pela autor: «A comunhão na Igreja é impossível sem a liberdade. A liberdade, sem a comunhão eclesial, é uma liberdade do nada e para nada. Só a liberdade que brota da libertação interior, cria a capacidade de dar e receber, o caminho da comunhão. Através da colaboração dominical no ‘Público’ – um espaço de inteira liberdade – não defendo nem ataco a Igreja porque ela faz parte de mim e eu dela. Tento apenas ser fiél à sua missão da forma mais livre e responsável de que sou capaz.»
Frei Bento Domingues, «A Humanidade de Deus», Porto 1995, 235 págs. PVP: 14,90 eurosDa Introdução, pelo autor: «Em 1935 pediram a Yves Congar um diagnóstico sobre o Inquérito então realizado pela famosa revista La Vie Intelectuelle sobre ‘as razões da descrença actual’. A análise teológica do longo processo de divórcio entre a Igreja e os movimentos científicos, culturais e sociais que agitaram a gestação de do mundo moderno ficou condensada numa frase que sempre me impressionou: ‘a uma religião sem mundo, sucedeu um mundo sem religião’ (…) No Público, domingo a domingo, procuro não esconder nem as razões da dúvida nem as razões da esperança (1Pd 3,14-15).»
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