
Sim, Cremos: O Credo comentado pelos Padres da Igreja
Isidro P. Lamelas, UCE 2013, 399 págs. PVP: 28,90 euros
«É conhecida a axiomática afirmação de Tertuliano: Fiunt, non nascuntur christiani (Tertuliano, Apologeticum, XVIII). Não se nasce cristão, nem se é cristão por herança, mas tornamo–nos cristãos pela fé e pelo segundo nascimento batismal. Ou, como ensina Agostinho, «não é a geração que faz os cristãos, mas a regeneração» (christianos non facit generatio, sed regneneratio; Agostinho, De peccatorum meritis et remissione et de baptismo parvulorum, 3,9). É, pois, através do batismo, isto é, pela fé batismal que se nasce verdadeiramente.
Com base nesta convicção, a Igreja desenvolveu ao longo dos séculos todo um caminho de iniciação e formação que visava gerar “o homem novo”. Esta nova identidade era assinalada nomeadamente através do Credo ou Símbolo da fé que sempre foi considerado como um resumo do Evangelho e a cédula de identidade do cristão.» Excerto aqui.

A Esperança do Perdão
Pedro Valinho Gomes, UCE 2013, 240 págs. PVP: 16,60 euros
«Não é senão face a uma dívida imperdoável que o perdão se assume como dom gratuito e desinteressado. E, no entanto, o perdão guarda ainda um interesse inconfessável, o interesse desinteressado que se abriga na superabundância do dom. No limiar do meta-ético, o dom do perdão apela a uma lógica da superabundância que não se compadece com uma qualquer lógica pautada pela equivalência. E na medida em que a gratuidade superabunda onde a ofensa e o sofrimento abundaram, o perdão pode ainda esperar que a reinvenção que ele acarreta saiba criar as condições para incubar a amizade. Esse é o seu interesse.» Excerto e Índice aqui.

Velai Comigo
Cicely Saunders, UCE 2013, 80 págs. PVP: 9,50 euros
«A maior tristeza de um paciente moribundo é o fim das suas relações e responsabilidades. Vivemos em interação com os outros, e à medida que a fraqueza invasora leva à mudança das nossas funções, à medida que o assalariado já não pode trabalhar ou a dona de casa tem de passar as suas atividades de cuidado da família a outros, é difícil não nos sentirmos inúteis e humilhados.
A família aproveita, muitas vezes e prontamente, a oportunidade de saldar dívidas de amor e cuidados, mas não é fácil ser continuamente a causa da preocupação das outras pessoas, e, por isso, este processo de cuidados deve ser feito com sensibilidade. Pode-se aproveitar este tempo para curar amarguras e para promover reconciliações, o que, como em qualquer tempo de crise, pode acontecer surpreendentemente depressa. («Vivemos uma vida inteira em três semanas.») Mas para isto ser bem feito, pelo menos alguma da verdade sobre a situação tem de ser partilhada» Ler Mais…
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