Para hoje, um texto de Thomas Merton, «Diálogos com o Silêncio», Braga 2006, pág. 95:
«Que deliciosas são as tuas moradas, Senhor dos exércitos!/ Até a avezinha encontrou uma casa;/e a rola um ninho onde recolher a sua cria.
Este Getsémani é a terra em que me permitiste meter raízes na eternidade, ó Deus do céu e da terra. Esta é a ardente terra prometida, a casa de Deus, a porta do céu, o lugar da paz, do silêncio e da luta com o anjo.
Ditosos os que moram na tua casa, Senhor/Porque eles te louvarão para sempre».
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