
Um Deus que Dança: Itinerários para a Oração
José Tolentino Mendonça, ed. AO, Braga 2013 (4ª edição), 127 págs.
«Nietzsche deixou escrito que só acreditaria num Deus que dance. Humildemente apetece-me ajuntar: eu também. De facto, aquilo que parece ser apenas um severo emblema de negação, pode tornar-se em fórmula para segredar a crença. Acredito num Deus que dança: isto é, num Deus que não se isenta do devir, nem permanece neutral em relação às nossas histórias. Acredito num Deus imiscuído, engajado, detectável até pelo impreciso radar dos sentidos, susceptível de ser invocado pelos motores de busca das nossas persistentes interrogações ou do nosso silêncio.» (da Introdução, pelo Autor).
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